De R$ 5,99 a R$ 7,39: veja cidades onde a gasolina comum está mais cara e mais barata no Paraná, segundo pesquisa
Pesquisa mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aponta que a média geral do preço paranaense é R$ 6,69.
O preço do litro da gasolina comum está variando de R$ 5,99 a R$ 7,39 no Paraná, segundo a pesquisa mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O valor mais barato foi encontrado em Guarapuava, na região central do estado, e o mais caro em Castro, nos Campos Gerais.
A média geral do preço paranaense ficou em R$ 6,69. O levantamento foi feito em 25 cidades entre os dias 17 a 23 de maio. Veja tabela com os preços dos outros municípios mais abaixo.
Tanto o preço máximo quanto o preço mínimo encontrados no estado ficaram R$ 0,10 mais baratos em um mês e R$ 0,30 mais caros desde o início do ano.
Considerando todos os valores apurados pela ANP, o preço médio saiu de R$ 6,34 no início de janeiro para R$ 6,76 no início da segunda quinzena de abril e R$ 6,69 neste início da segunda quinzena de maio.
Nesta segunda-feira (25) o governo federal publicou um decreto que estabelece um subsídio de R$ 0,44 por litro da gasolina para tentar conter os efeitos da alta do preço dos combustíveis. Ele será vélido por dois meses.
💰Preço da gasolina no Paraná
Confira, abaixo, os dados do levantamento feito pela ANP na semana de 12 a 18 de abril, no Paraná:
- Apucarana: de R$ 6,58 a R$ 6,89 o litro (9 postos pesquisados)
- Arapongas: de R$ 6,39 a R$ 6,79 o litro (9 postos pesquisados)
- Araucária: de R$ 6,49 a R$ 6,89 o litro (8 postos pesquisados)
- Cambé: de R$ 6,39 a R$ 6,89 o litro (8 postos pesquisados)
- Campo Largo: de R$ 6,75 a R$ 6,79 o litro (8 postos pesquisados)
- Campo Mourão: de R$ 6,19 a R$ 6,49 o litro (5 postos pesquisados)
- Cascavel: de R$ 6,59 a R$ 6,92 o litro (12 postos pesquisados)
- Castro: de R$ 6,93 a R$ 7,39 o litro (8 postos pesquisados)
- Cianorte: de R$ 6,69 a R$ 6,79 o litro (9 postos pesquisados)
- Colombo: de R$ 6,77 a R$ 6,99 (10 postos pesquisados)
- Cornélio Procópio: de R$ 6,69 a R$ 6,86 o litro (6 postos pesquisados)
- Curitiba: de R$ 6,59 a R$ 6,99 o litro (48 postos pesquisados)
- Foz do Iguaçu: de R$ 6,19 a R$ 6,69 o litro (13 postos pesquisados)
- Francisco Beltrão: de R$ 6,34 a R$ 6,59 o litro (6 postos pesquisados)
- Guarapuava: de R$ 5,99 a R$ 6,69 o litro (14 postos pesquisados)
- Londrina: de R$ 6,37 a R$ 7,38 o litro (19 postos pesquisados)
- Maringá: de R$ 6,29 a R$ 6,99 o litro (17 postos pesquisados)
- Paranaguá: de R$ 6,49 a R$ 6,89 o litro (9 postos pesquisados)
- Paranavaí: de R$ 6,47 a R$ 6,99 o litro (5 postos pesquisados)
- Ponta Grossa: de R$ 6,29 a R$ 6,99 o litro (16 postos pesquisados)
- Santo Antônio da Platina: de R$ 6,84 a R$ 6,99 o litro (5 postos pesquisados)
- São José dos Pinhais: de R$ 6,79 a R$ 7,09 o litro (13 postos pesquisados)
- Toledo: de R$ 6,29 a R$ 7,15 o litro (10 postos pesquisados)
- Umuarama: de R$ 6,41 a R$ 7,89 o litro (12 postos pesquisados)
- União da Vitória: de R$ 6,59 a R$ 6,99 o litro (18 postos pesquisados)

Foi questionado também o Paranapetro (Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná), que representa os postos de combustíveis do estado, sobre os valores encontrados na pesquisa.
A assessoria atribui a queda no preço de um mês para o outro à queda do preço do etanol nas usinas produtoras, já que toda gasolina comum deve ter 30% de etanol na composição. Em relação ao aumento do preço da gasolina ao longo do ano, o Paranapetro afirma que, imediatamente após o início da guerra entre os Estados Unidos e o Irã, as distribuidoras começaram a repassar grandes aumentos aos postos.
“Desde então, as distribuidoras seguiram repassando aumentos aos postos no decorrer das semanas seguintes. Como os postos são obrigados a comprar gasolina e diesel das distribuidoras – não podem comprar diretamente das refinarias ou importadoras -, a dimensão e velocidade destes repasses depende destas companhias de distribuição. As distribuidoras costumam repassar as altas com grande agilidade para os postos. Já no caso das baixas, demoram ou não repassam na íntegra. Esta é uma situação recorrente que o Paranapetro vem apontando. Deste modo, os postos não podem ser responsabilizados pela velocidade e dimensão destes repasses, uma vez que são obrigados a comprar das distribuidoras.”


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