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Papai Noel dos Correios: saiba como participar da campanha e presentear uma criança neste Natal

Dezembro chegou e o Natal se aproxima, momento especial para renovar o espírito de solidariedade. Há 36 anos, a campanha Papai Noel dos Correios realiza o sonho de crianças no Brasil inteiro.

Desde o início de novembro, padrinhos podem se dirigir a uma das agências dos Correios participantes da campanha ou acessar a página oficial da ação para adotar cartas escritas por crianças para o “bom velhinho”.

A campanha conta com uma logística que envolve secretarias estaduais e municipais de educação, escolas da rede pública, padrinhos corporativos e a sociedade em geral, além dos funcionários da estatal. Todos estes envolvidos fazem a ponte entre a criança que pede um presente e a pessoa que pode tirar aquele sonho do papel.

Em quase quatro décadas, foram cerca de 7 milhões de cartinhas atendidas. Em 2024, quando a ação completou 35 anos, 350 mil pedidos de crianças do Brasil inteiro foram adotados.

🧑🏽‍🎄 Como funciona a campanha

Os Correios recebem as cartinhas de crianças que enviam seus pedidos diretamente ao Papai Noel e, também, de estudantes das escolas da rede pública (até o 5º ano do ensino fundamental) e de instituições parceiras. As cartas precisam ser escritas a mão.

Após serem lidas e selecionadas, elas são disponibilizadas nos pontos de adoção e no blog da campanha.

🧑🏽‍🎄 Como enviar uma carta

Para participar da campanha e ter a chance de ter sua carta adotada, algumas regras devem ser seguidas. São elas:

  • as cartas devem ser manuscritas;
  • no cadastramento será exigido o CPF da criança;
  • o envio pode ser feito nas agências participantes ou pelo Blog do Noel. Para cartas enviadas digitalmente, é necessário fotografar ou digitalizar o texto para envio ao Blog;

A estatal ressalta que NÃO são selecionadas cartas que contenham endereço, telefone ou foto da criança.

🧑🏽‍🎄 Como adotar

Para adotar o pedido de uma criança, basta escolher uma cartinha, comprar o presente e deixá-lo, bem embalado e com a cartinha colada do lado de fora, em uma agência dos Correios.

Maria Paula Carnelossi

Por: Maria Paula Carnelossi | Folha Regional

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