Ex-jogador do Corinthians, Cristian Baroni é acusado de violência doméstica pela ex-mulher
Em depoimento à Polícia Civil, Camila Oliveira disse que ex-atleta entrou em seu apartamento e trocou fechaduras. Mulher também relatou ter sido agredida fisicamente quando descobriu uma traição.
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O ex-jogador do Corinthians Cristian Baroni foi acusado de violência doméstica pela ex-mulher, que fez um boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, na quarta-feira (7). A reportagem entrou em contato com o ex-jogador e aguarda um retorno.
Segundo o registro, a mulher relatou que manteve um relacionamento de aproximadamente 23 anos com Cristian, de quem se separou em 2023 após descobrir uma relação extraconjugal mantida por ele.
Em depoimento à Polícia Civil, Camila Oliveira, de 37 anos, disse que, no dia 23 de dezembro de 2025, viajou para Florianópolis com os filhos, o que “desagradou” a Cristian, de 42 anos. A partir disso, ela afirma que passou a ser alvo de ameaças, inclusive de que seria retirada do apartamento, teria o carro tomado e perderia a guarda dos filhos.
A mulher conta que, no dia 2 de janeiro, sem autorização, Cristian entrou, com a ajuda de um chaveiro, no apartamento onde ela vive. No local, ele teria revirado o closet, espalhado roupas e objetos pelo chão e trocado a fechadura, impedindo a entrada dela no imóvel.
Divórcio
No BO, Camila informou também que, desde a separação, tenta chegar a um acordo amigável sobre a partilha dos bens do casal, mas, sem consenso, contratou um advogado para fazer o divórcio.
Ela relatou ainda que, durante o relacionamento, Cristian se mostrava agressivo verbalmente, com xingamentos constantes, e afirmou já ter sido agredida fisicamente na época em que descobriu a traição.
Diante da situação, a vítima disse temer novas atitudes do ex-marido e solicitou medidas protetivas com base na Lei Maria da Penha.
O caso foi registrado como violência doméstica, ameaça e exercício arbitrário das próprias razões, e será analisado pelo delegado titular da unidade.
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Civil investiga a acusação e que a vítima demonstrou interesse em pedir medidas protetivas.

