‘Tragédia que mudou a vida da família’, diz familiar de mãe que morreu quase cinco meses após acidente que matou a filha no PR
Fabiane Grando Brotto, de 41 anos, morreu no sábado (12) após ficar internada desde abril. Investigação do acidente foi concluída e arquivada, sem responsabilização do motorista do caminhão.
Fabiane Grando Brotto, de 41 anos, morreu neste sábado (12) após quase cinco meses internada em decorrência de um grave acidente na BR-277, em Céu Azul, no Oeste do Paraná. A filha dela, Bianca Grando Brotto, de seis anos, morreu no local do acidente, em abril.
O marido e o filho de 10 anos da família vinham em outro carro, logo atrás, e testemunharam a batida.
Fabiane é lembrada por familiares e amigos como uma mãe dedicada e uma professora querida. Em entrevista, a madrasta de Fabiane, Daniela Blatt, falou sobre a dor da perda.
“Ficou a dimensão de uma fatalidade, de uma tragédia que mudou profundamente a vida de toda a família”, disse.
Segundo Daniela, as investigações sobre o acidente foram concluídas e o processo foi arquivado, sem responsabilização do motorista do caminhão.
Quem era Fabiane
Professora dos anos iniciais do ensino fundamental, Fabiane morava em Toledo, no Oeste do Paraná, com o marido e o filho. Ela era filha de Luiz Grando, ex-prefeito de Pato Bragado.
“A Fabi era uma mulher muito ativa, dinâmica e presente. Tinha uma vida profissional e social intensa, muitos amigos e uma rede enorme de pessoas que se mobilizou durante todos esses meses”, contou Daniela.
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O Colégio La Salle Toledo, onde a professora trabalhava, publicou uma nota de pesar.
“Que as boas lembranças, o carinho e o legado deixado por Fabiane permaneçam vivos nos corações de todos que tiveram o privilégio de compartilhar sua caminhada”.
A filha de Fabiane, Bianca Grando Brotto, de seis anos, morreu no local do acidente, em abril. Segundo Daniela, mãe e filha tinham uma relação muito próxima.
“Era uma criança espontânea, divertida, cheia de personalidade e muito amada. Fabi e Bianca tinham uma relação muito bonita e próxima. Talvez por isso seja tão difícil falar de uma sem que a outra apareça imediatamente nas nossas lembranças”, relatou.

