Advogada recebe medida protetiva após ser atacada por homem condenado a pagar pensão alimentícia em processo em que ela atuou
Caso segue entendimento do STF que ampliou medidas protetivas de urgência para casos de violência de gênero contra mulheres fora do contexto doméstico, familiar ou relação de afeto.
Após ser vítima de um ataque, registrado no último sábado (29), em Curitiba, motivado pela atuação profissional em uma ação de pensão alimentícia, a advogada Kelen Cristina Ribas da Silva recebeu uma medida protetiva de urgência.
A decisão foi concedida pelo Plantão Judiciário no domingo (30), um dia após o ataque. O serviço reconheceu “risco concreto e atual à integridade física e psicológica” da advogada.
Ela segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a Lei Maria da Penha pode ser aplicada em casos de violência contra a mulher motivada por questões de gênero, mesmo quando não existe relação familiar, doméstica ou afetiva entre a vítima e o agressor.


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