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Integrante de grupo que lançou jovem sem cordas diz que morte podia ter sido evitada: ‘Se tivesse a checagem, teria salvo a vida dela’

Em entrevista, um integrante do grupo que lançou Maria Eduarda Rodrigues de Freitas sem cordas durante um salto de rope jump, no último dia 13 de junho, reconheceu que a morte da jovem poderia ter sido evitada caso houvesse tido checagem nos equipamentos de segurança.

A vítima foi lançada da Ponte do Esqueleto, entre Limeira (SP) e Cordeirópolis (SP), e caiu de uma altura de cerca de 40 metros.

Gusttavo Losi chegou a ser levado para a delegacia, prestou depoimento à Polícia Civil e foi liberado. Segundo a polícia, ele não foi detido por não ter sido responsável pela queda da Maria Eduarda. Outros seis integrantes do grupo estão presos.

Sim [morte podia ter sido evitada]. Faltou checagem. É triste. Só levantaram ela e fizeram o salto. Se tivesse tido a checagem antes, teria salvo a vida dela, como em todos os outros saltos.
— Gusttavo Losi

Losi conta que conheceu o grupo “Entre Cordas” através de postagens nas redes sociais e começou a atuar como freelancer em 2025.

🔎 Um freelancer é um profissional autônomo que presta serviços a vários clientes por projeto ou contrato. Em vez de trabalhar como funcionário em tempo integral para uma única empresa, os freelancers desfrutam de horários flexíveis e independência.

Ele afirma que recepcionava os praticantes e fazia a equipagem inicial neles, colocando a cadeirinha, peitoral e os mosquetões, mas nega que era responsável por colocar as cordas.

🔎 Mosquetões são conectores metálicos essenciais em sistemas de segurança. Eles são usados para unir cordas, cintos e ancoragens em atividades como escalada, resgate e trabalho em altura.

Maria Paula Carnelossi

Por: Maria Paula Carnelossi | Folha Regional

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