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Em expansão, indústria audiovisual do Paraná movimenta economia e gera emprego projetando histórias e paisagens do estado para o mundo

A paranaense Ana Beatriz Fortes nunca imaginou que um dia veria a própria vida retratada no cinema. Aos 75 anos, enquanto assistia ao filme “Entrelinhas”, o coração bateu mais forte ao revisitar o período em que esteve presa e foi torturada por engano durante a ditadura.

No longa, a personagem Beatriz, inspirada em Fortes, é acusada de estar envolvida com movimentos estudantis subversivos e em um grupo de guerrilha no período de repressão. A jovem passa por torturas e interrogatórios violentos para assumir a participação nas organizações, mesmo não fazendo parte delas.

A produção, com DNA paranaense, é apenas uma das várias que compõem um ecossistema que ajuda a contar a história do Paraná e, consequentemente, fomenta a economia do estado por meio da sétima arte.

Maria Paula Carnelossi

Por: Maria Paula Carnelossi | Folha Regional

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