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Grávida é agredida com filho no colo, e companheiro é preso um mês depois de estuprá-la e fugir, no Paraná

Informações são da Polícia Civil, que também autuou o homem por posse irregular de centenas de munições. Suspeito ainda responde por cárcere privado, por ter trancado a vítima dentro de casa.

Um homem de 27 anos foi preso preventivamente suspeito de agredir, estuprar e manter a companheira em cárcere privado em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

A vítima tem 21 anos de idade e estava grávida de seis meses quando os crimes ocorreram, no final de março. Ele foi detido nesta terça-feira (14), mais de um mês após fugir.

O homem também responde por posse irregular de centenas de munições que foram encontradas na residência – inclusive algumas de calibres de uso restrito, o que motivou o início de uma nova investigação.

As informações são da delegada Claudia Krüger, responsável pela Delegacia da Mulher de Ponta Grossa.

Centenas de munições foram encontradas na casa — Foto: Polícia Civil
Centenas de munições foram encontradas na casa — Foto: Polícia Civil

Segundo ela, o crime aconteceu na frente dos dois filhos da mulher, um de 1 ano de idade e outro de 5.

“O casal teve um desentendimento e, na ocasião, a mulher foi agredida pelo seu companheiro com socos, chutes e puxões de cabelo, mesmo estando gestante de seis meses e com a criança de 1 ano no colo. O agressor também praticou violência sexual e depois fugiu, porém a deixou trancada no interior da residência. Ela somente conseguiu sair após pular uma janela”, explica Kruger.

 

O homem foi autuado pelos crimes de lesão corporal, estupro, cárcere privado e posse irregular de munições.

Para proteger a identidade da vítima, o nome dele não foi divulgado.

Homem foi preso pela Polícia Civil — Foto: Polícia Civil
Homem foi preso pela Polícia Civil — Foto: Polícia Civil

Denúncias

Denúncias sobre quaisquer situações podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da Polícia Civil, ou, 181, do Disque-Denúncia.

Se o crime estiver acontecendo naquele momento e/ou houver alguém em situação de perigo, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Maria Paula Carnelossi

Por: Maria Paula Carnelossi | Folha Regional

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