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Cinco dias antes de ser morta, PM Gisele avisou estar ‘praticamente solteira’ e tenente-coronel ameaçou: ‘Jamais! Nunca será!’

Segundo a polícia, troca de mensagens comprovam que Geraldo Neto não queria se separar de Gisele Alves. Oficial está preso acusado de atirar contra cabeça de soldado em SP.

Cinco dias antes de ser morta, a soldado Gisele Alves havia dito ao marido dela, o tenente-coronel Geraldo Neto, que estava “praticamente solteira”. O oficial prontamente ameaçou: “Jamais! Nunca será!” O crime foi cometido em 18 de fevereiro.

É o que aponta a conclusão da Polícia Civil sobre a troca de mensagens por WhatsApp entre o tenente-coronel e a soldado. As conversas que estavam nos telefones dos dois comprovam, segundo a investigação, que o Geraldo não queria se separar da esposa e não iria permitir isso.

Ele foi preso preventivamente na quarta-feira (18) acusado de matar Gisele com um tiro na cabeça após uma discussão no apartamento do casal, no Brás, Centro de São Paulo. O oficial está detido no presídio militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital.

Maria Paula Carnelossi

Por: Maria Paula Carnelossi | Folha Regional

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